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FAQ

 

A argamassa é um composto de areia, cimento e aglomerante, destinada a regularizar ou preencher uma superfície qualquer na construção civil. A argamassa baritada é um composto que por ter agregado um minério de alta densidade "barita" ou sulfato de bário hidratado (BaSO4) presta-se à proteção radiológica. A sua alta densidade resultante, se comparada à densidade de uma argamassa tradicional, absorve mais radiação e é de fácil aplicação. A densidade do produto final fica com cerca de 3,2 g/cm3, sendo radiopaca para feixes de raios-x de média e baixa energia. Seu sucesso no mercado de construção civil dá-se pelo valor econômico em relação ao custo do chumbo e pela facilidade de aplicação, não necessitando de mão de obra especializada.
A argamassa que o senhor receberá é uma pré-mistura pronta para aplicar, basta acrescentar água como nas outras argamassas de reboco convencional já comercializadas em diversas casas do ramo. Misturar com água com enxada em uma masseira convencional que esteja limpa e desengraxada e livre de resíduos de cal até o ponto de reboco. Pode-se usar as betoneiras elétricas ou manuais mas não ultrapassar a quantidade de 8 a 10 sacos (250 Kg) por batida.
Sim , desde que a superfície seja adequadamente preparada para recebê-la. Sendo uma massa de alta densidade, a "barita" necessita estar bem ancorada para não se desprender da parede. Assim, é necessária a aplicação de uma mistura de cimento e cola sobre as placas de gesso. Esta mistura deve ser "aplainada" com uma espátula dentada, de forma a que a superfície fique com arestas que servirão para sustentar e conter a argamassa baritada. Utiliza-se na prática de misturas prontas desenvolvidas para fixação de ladrilhos e azulejos e comercializadas em casas de material de construção. Sobre esta superfície dentada então se aplica a argamassa baritada seguindo as mesmas instruções já explicadas anteriormente.
As mantas de chumbo utilizadas na proteção radiológica devem ser feitas com o elemento puro, sem impurezas. Elas são laminadas na espessura necessária para proteção das paredes e portas de acordo com a orientação do projeto de radioproteção específico da sala (ver item 08). A espessura necessária é determinada em função de vários fatores entre eles o tipo de equipamento, a ocupação das áreas adjacentes, a quantidade de exames realizados e outros. Esta espessura pode variar de décimos de milímetro até 3 ou 4 milímetros. A NÚCLEO comercializa todas as espessuras mandando laminar a manta conforme a necessidade do cliente. Como o chumbo é vendido por quilo, este atendimento particular evita o gasto com espessuras desnecessárias e consequentemente economizando os recursos para serem investidos em outros itens. Consulte-nos para saber o preço atual do chumbo pois ele varia de acordo com o mercado internacional.
A NÚCLEO fornece todos os materiais de segurança que o seu serviço necessita. Despachamos para todo Brasil. Verifique conosco, quais materiais deseja. Informamos que além de fornecer os materiais assessoramos a sua aplicação ou instalação. Conforme a aprovação do seu cadastro podemos parcelar o pagamento e faturarmos com boletos bancários para facilitar o seu pagamento. Lembramos que todos os nossos produtos têm 5 anos de garantia!
A espessura deverá ser proporcional a vários fatores, entre eles a energia do feixe incidente (característica do tipo de equipamento e do aparelho utilizado), as quantidades de exames feitos semanalmente, a ocupação da área a ser protegida e a frequência de uso do feixe de raios-x nesta direção. Por exemplo: atrás do bucky é um ponto de cuidado extremo pois cerca de 50% dos exames realizados na sala são, em média, feitos na estativa vertical. Um valor habitual para este ponto é de 2,00 mm de espessura de chumbo (Pb), no entanto, a depender das condições do serviço este valor poderá ser maior ou menor. A espessura correta é necessariamente determinada por um projeto de radioproteção específico e sua eficácia deve ser comprovada por radiometrias posteriores. Para radiologia oral onde temos em média, feixes de 70 kV com 8 mA, colimados em 6 cm de diâmetro, costuma ser suficiente a adição de 0,60 mm de espessura de chumbo. Salas de mamografia que trabalham com feixes de baixa energia (tipicamente 28 kV) necessitam de blindagens ainda inferiores.
As barreiras protetoras para salas de raios-x devem ser calculadas por um físico especialista em um projeto de radioproteção. As salas de radiologia variam de acordo com sua utilização, energia do feixe, quantidade e técnica das radiografias feitas, tipo de equipamento utilizado e grau de ocupação das áreas vizinhas. Estes são alguns mas não todos os parâmetros usados para se estabelecer um memorial de cálculo de blindagens. Este documento é necessário para a obtenção da licença sanitária, ou alvará de funcionamento de todas as clínicas ou unidades de assistência à saúde do Brasil. A legislação que a regulamenta é a Portaria 453 de 08/06/1998 da ANVISA. Sendo assim, de nada adianta fazer as blindagens das paredes e portas se não houver o documento comprobatório de sua eficácia e a assinatura do responsável pelos cálculos.   Para fins de estimativa de quantidades pode-se tomar como regra de mão:
  1. a) Clínicas odontológicas com aparelho periapical costumam ter como blindagem 1,0 cm de argamassa baritada aplicada em toda parede até a altura de 220 cm do piso acabado.
  2. b) Clínicas com aparelho panorâmico devem aplicar 2,0 cm na direção do feixe e 1,5 cm de espessura de argamassa baritada na direção do feixe espalhado. (Normalmente local do comando do equipamento)
OBS: Devido ao deslocamento do tubo (feixe primário) por um ângulo de 120° a 180° durante a radiografia, considera-se um semicírculo representando o feixe primário. Recomenda-se o uso de cabines fechadas para maior proteção do operador neste tipo de equipamento. A porta deve receber uma proteção de 1,5 mm de chumbo, em especial no caso de ser utilizada também como biombo protetor. Este é o caso em que coloca-se (instala-se) um visor na porta e o comando fica do lado de fora, junto com o acesso da sala. Relembrar que o tratamento da legislação (RDC 50/02) exige as mesmas considerações de distância do aparelho às paredes que as aplicadas nos raios-x médicos em geral.
  1. c) Salas de raios-x de pequeno porte podem considerar para efeito de quantificação de material apenas, o revestimento de 2,0 cm de argamassa baritada para a parede do Bucky e 1,5 cm nas demais, sempre com a altura mínima de 220 cm do piso acabado.
O estudo do local de exames, o cálculo das espessuras de blindagens necessárias e a avaliação das barreiras existentes resumem esta definição de projeto de radioproteção. Este projeto deve ser necessariamente feito por um físico especialista. Um bom projeto de radioproteção contempla a análise dos riscos e benefícios existentes no serviço e deve orientar a execução de todas as barreiras protetoras destinadas a tornar seguro o ambiente de trabalho e suas vizinhanças. É exigido pela portaria 453 da ANVISA para licenciar qualquer instalação com raios-x de uso médico.
Para começar, um projeto bem elaborado é a prevenção adequada a futuros problemas.
  1. a) Definir que serviço deve oferecer.
  2. b) Checar as áreas necessárias para cada serviço e seu apoio.
Exemplos: sala de raios-x necessita de câmara escura + sala de laudos + depósito de chapas. O Ultra-som necessita de banheiro próximo.
  1. c) Conferir se as áreas desejadas estão de acordo com o exigido pela legislação. (Anvisa RDC 50/02)
  2. d) Submeter os projetos a aprovação prévia da VISA local. – Esta sequência tem sido negligenciada e frequentemente gera problemas de adaptações posteriores a construção mas anteriores ao seu funcionamento liberado e consequentemente ao seu credenciamento junto aos convênios, pois a licença sanitária é obrigatória para funcionamento legal de unidades prestadoras de serviços em saúde. Solução, contratar a Núcleo a qual providencia sua interação com os arquitetos e engenheiros.
A verificação do nível de radiação e sua quantificação em um determinado lugar é a medida da radiação nos arredores (vizinhanças) de uma fonte de radiação. Esta medida deve ser feita de modo a assegurar que as blindagens instaladas para conter os raios o fazem de maneira apropriada. Este levantamento da situação deve ser feito a cada quatro anos nas salas de radiologia conforme exige a portaria 453 da ANVISA, ou quando houver alteração na estrutura física ou no equipamento instalado na sala. Uma radiometria periódica é a garantia de que as salas vizinhas a de exames estão seguras.
De uma sala de exames adequada. Uma cabine de comando (ou biombo fixo). Uma câmera escura para processar as imagens latentes na película (filme). Uma câmara clara para identificação e registro dos pacientes. Nesta deve haver um negatoscópio para uma aferição preliminar da imagem obtida (se há necessidade de repetição do exame). Um vestiário ou trocador de roupa (pode ser um biombo na sala dependendo do movimento do serviço). Caso se vá executar exame contrastado deve haver um banheiro junto à sala de exames, caso contrário apenas uma pia para lavar as mãos. Deve haver um lugar para espera e guarda de macas. Os acessos devem prever a passagem de cadeirantes. Uma sala de laudos com silêncio e luz de intensidade regulável (tipo dimmer) e espaço para uma biblioteca de referência e ao menos dois negatoscópios duplos (dois corpos). Um local arejado e seco para depósito de películas virgens. Uma sala para digitação dos laudos. Uma sala administrativa além da recepção e espera. Fazem parte também das necessidades básicas da instalação uma copa, um DML (depósito de materiais de limpeza), um almoxarifado de porte condizente com o serviço e uma área de RSS (resíduos de serviços de saúde) É aconselhável um guichê destinado unicamente à entrega de exames. Prever também o acesso a ambulâncias e estacionamento.
A CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) é o órgão legislador máximo em se tratando de radiações ionizantes no Brasil, estabelecendo as normas de utilização das fontes e determinando os limites máximos de dose. A CNEN também regulamenta o uso de fontes radioativas e de fontes de radiação de alta energia. No entanto, instalações com aparelhos produtores de raios-x de uso médico, incluindo os tomógrafos, não são licenciados pela CNEN e sim pela Vigilância Sanitária. As instalações de Medicina Nuclear e Radioterapia são fiscalizadas pela CNEN e pela Vigilância Sanitária. Para licenciamento deste tipo de instalação há um protocolo de exigências e providências a serem obedecidas. Entre elas a de um médico especialista com titulação reconhecida pela CNEN como responsável técnico da empresa. A NÚCLEO pode desenvolver e acompanhar os seus processos de cadastramento de instituição junto ao CNEN. Consulte-nos a respeito.
Clínicas que utilizam raios-x e outros aparelhos emissores de radiação ionizante, devem tirar um alvará específico junto a vigilância sanitária. Com pequenas diferenças de aplicação de estado para estado, temos o seguinte: # Atendimento a RDC 50/02 Itens mais comumente verificados: - Existência de sanitário para cadeirantes. - Distância entre equipamentos e paredes mais próximas de acordo com as mínimas exigidas. - Existência de DML e lixo (RSS) - Acesso de macas e larguras de corredores. # Atendimento a Portaria 453 Itens mais verificados: - Existência e apresentação de um projeto de radioproteção contendo o layout e o memorial de cálculo de blindagens das barreiras. - Levantamento radiométrico dos aparelhos em funcionamento dentro da data de validade. -Apresentação de um PPR – Plano de proteção radiológica contendo a programação e/ou relatórios de controle de qualidade dos equipamentos instalados. # Na vistoria de liberação: - Uso de dosímetros pessoais - Programação visual com adesivos e placas de advertência. - Sinalização de advertência para uso de aventais, pacientes grávidas, acompanhantes,... - Sinalização luminosa sobre as portas das salas de exames de raios-x em uso. -Existência e utilização adequada de livros de registro com os assentamentos dos pacientes e exames realizados com suas técnicas. Ao se solicitar pela primeira vez a licença sanitária, ou alvará de funcionamento, (não na renovação) deve-se apresentar uma planta geral do estabelecimento (em escala 1:50) contendo em seu layout: - O posicionamento dos equipamentos. - A distância entre a parede ou biombo e o ponto de maior deslocamento do tubo. - A identificação das paredes e portas conforme o memorial de cálculo das blindagens. - A espessura e o tipo de revestimento (barreira) adotado com blindagem. (chumbo ou barita). - O projeto de radioproteção assinado por físico especialista. - A transcrição de outros dados referentes às áreas e sua ocupação conforme o projeto de radioproteção devem também constar na planta a ser aprovada, assim como o fabricante e o modelo do equipamento a ser instalado. Esta planta deve ser assinada pelo proprietário ou representante legal e também pelo arquiteto ou engenheiro que esteja devidamente cadastrado no CREA da região. RESUMO: Apresentar petição, projeto de radioproteção e planta com todos os dados gerais.
Em primeiro lugar, ver se a radiografia é necessária ou se há algum outro exame que a substitua. Certifique-se de que o aparelho que está utilizando possui registro junto ao Ministério da Saúde e que sua manutenção está em dia. Verifique se foi feita a verificação da fuga de cabeçote e se a colimação é eficiente. Quanto ao ambiente, informe-se se as paredes e principalmente o biombo foram devidamente blindados. Certifique-se de que o visor utilizado para observar o paciente é apropriado. Respeite sempre as regras básicas da radioproteção. Use sempre o dosímetro pessoal. (ver questão 31) Solicite uma cópia do projeto de radioproteção específico. (Deve ser mantida uma cópia no serviço, conforme determina a Portaria 453) Se houver necessidade de segurar (conter) o paciente use e faça com que usem os EPI apropriados. Verifique a periodicamente a integridade dos aventais plumbíferos. Evite repetições de exames. Obedeça às técnicas estabelecidas pelo fabricante do equipamento, não "corrija" exposições inadequadas com compensações que alterem o processamento da imagem latente. Use sempre produtos químicos de origem qualificada e que estejam dentro de suas datas de validade. Cheque diariamente a sua saturação. Providencie uma regular manutenção em sua processadora automática.  
Isto depende de vários fatores. Em primeiro lugar vem a questão de que tipo de exame é realizado e a quantidade de raios utilizada. Há feixes que são mais energéticos e portanto mais penetrantes. A colimação do feixe é outro ponto a ser considerado. Em qualquer caso porém, prevalece a lei do inverso do quadrado da distância. Ou seja, a radiação incidente diminui na proporção de 1/d2, sendo d a distância entre o observador e a fonte. Então temos, por exemplo, que a 2 metros da fonte a exposição será: 1/22 = 1/4 ou 25% da exposição a um metro. A três metros temos: 1/32 = 1/9. Então resta saber quanto é que temos de carga a um metro e qual a energia utilizada no exame para saber a que distância está seguro. Se o movimento (número) de exames for grande, com certeza a 4 m (1/16) ou a 5 m (1/25), pode ainda representar um risco. Lembrar que o feixe primário se propaga em linha reta e após atingir o seu alvo (paciente) parte dele se espalha, como que, iluminando o ambiente em seu redor. Para a radiação espalhada vale a mesma regra, portanto mantenha distância deste foco também.
Uma sala de radiologia deve ter suas dimensões condizentes com o serviço a ser nela prestado. Deve permitir o acesso a macas (quando for o caso) de forma a poder manobrá-la e posicioná-la facilmente ao lado da maca de exames permitindo uma ágil transposição do paciente. Deve estar projetada de forma que do posto de comando o técnico possa observar tanto o paciente (se o mesmo não se move) durante o exame, como se ninguém acessa inadvertidamente a sala. Deve ter espaço para comportar os acessórios de apoio necessários incluindo injetoras de contraste e colimadores de campo. As dimensões mínimas estão determinadas na RDC 50/02 onde basicamente temos: 1,50 m de distância de qualquer barreira (biombo, parede ou porta) do ponto de maior deslocamento do tubo emissor. Na prática para a maioria dos aparelhos de raios-x fixos nos dá uma lateral mínima de 330 cm e longitudinal de 450 cm, a depender da posição do biombo de comando. Uma sala de mamografia deve ter dimensões mínimas de 300 por 260 cm, seguindo o mesmo raciocínio. Veja aqui alguns croquis ilustrativos destas dimensões conforme exige a RDC 50/02.
A NÚCLEO em parceria com diversos escritórios de arquitetura tem orientado na execução do layout do estabelecimento com avaliação de fluxos e áreas conforme as normas da vigilância sanitária e considerando o dia a dia de cada serviço. Podemos auxiliar no projeto arquitetônico além de calcularmos e fornecermos todo material de proteção necessário, incluindo a documentação, material de construção (portas, visores, proteção para as paredes) e equipamentos de proteção individual (EPI) como aventais, dosímetros, etc. Em resumo: Entre em contato conosco!
Os aventais plumbíferos fazem parte dos EPI [Equipamento de Proteção Individual] utilizados em radiologia. Há diversos modelos de aventais disponíveis no mercado. Lembrando que a utilização de EPI não deve substituir a proteção coletiva ou os dispositivos de contenção físicos (Biombos, colimação barreiras protetoras). De acordo com a energia do fóton, deve-se utilizar aventais com espessura equivalente em chumbo de tal forma que o usuário esteja protegido sem se submeter a um equipamento que se mostre indevido ergonômico. Ou seja, se o avental disponível é muito pesado ou incômodo para o número de horas que deverá ser utilizado, duas providências podem ser tomadas: Ou se revê o dispositivo utilizado, ou a rotina do serviço. Geralmente em serviços de hemodinâmica, que tem procedimentos com longa duração de exposição à radiação, usa-se um conjunto de colete e saiote que distribui melhor o peso pelo corpo e assim como nos centros cirúrgicos, os aventais com 0,25 mm de equivalência são os mais recomendados. Nos raios-x gerais usa-se mais comumente o de 0,50 mm de equivalência em Pb pois o seu uso não é contínuo, mas em ocasiões especiais. Lembrar que um avental ou óculos ou protetor de tireoide apenas atenuam a radiação e não a eliminam. Exemplo, o avental de 0,25mm de equivalência em chumbo retém 50% da dose incidente em feixes de 100 kV e cerca de 75% de feixes de 75 kV.
Sendo uma onda eletromagnética a radiação dos aparelhos de raios-x se propaga na mesma velocidade que a luz. Seria como perguntar, por exemplo, após apagar a luz de um quarto quanto tempo ele ainda permanece iluminado, a resposta é: nenhum! Não há resíduos, a peça não fica radioativa. A radiação é absorvida no interior da sala pelo paciente, pela maca, pelas paredes e piso instantaneamente após ser gerada. Da mesma forma o paciente não fica com radiação após ser radiografado.
Uma sala para preparo de pacientes. Uma sala para recuperação pós-anestésica, a qual pode ter seu uso compartilhado. Uma sala de comando isolada mas com acesso direto (porta) para a sala de exames. Este acesso particular é em especial útil no caso de uma intervenção clínica ao paciente durante um exame. Um local para processamento de imagens e uma sala de laudos com intensidade de luz variável. Todas as salas de diagnóstico devem possuir um local para desinfecção, preferencialmente uma pia interna.
Processadora automática de filmes e seus tanques de químicos e uma mesa de apoio da processadora. Serviços de pequeno porte podem ter um tanque anual com três cubas para revelação. A sala deve possuir uma lanterna de segurança que esteja posicionada a pelo menos 1,5 metros de distância do balcão de manipulação dos filmes. Deve ter um exaustor, um identificador radiográfico que pode ser eletrônico ou então uma coleção de dísticos e números de chumbo para identificar o paciente e a incidência da chapa (D e E, AP e PP). Deve possuir um tanque para limpeza dos racks de tamanho compatível com os mesmos.
São dispositivos que medem a dose de radiação acumulada durante um determinado período. O dosímetro individual ou monitor pessoal de dose deve ser usado como EPI por todo funcionário ou trabalhador que se exponha regularmente à radiação ionizante. Estes são denominados de trabalhadores monitorados. Os dosímetros podem ser de filme ou TLD, os mais comuns hoje, principalmente pela facilidade de automação do sistema de leitura, que deve ser mensal. A NÚCLEO oferece este serviço, saiba mais entrando em contato conosco.